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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Sem Censura

Há dias que eu queria fazer pessoas engolirem alguns espelhos pra perceber que oque é realmente lindo é oque há por dentro e se é preciso um espelho a estas para verem a beleza, então as farei engoli-lo. Quebrei todos os espelhos que me prendiam a está beleza sóbria e me embreaguei  nas belezas que não refletem futilidade e narcisismo e sim simplicidade, humildade e harmônia. Aquele velho quebra-cabeça que me montava ? Joguei todas as peças fora e estou a deriva indo na rosa dos ventos pra ver se venta oque eu sempre quiz ser e não oque eu sempre fui pensando ser o melhor. Intensidade. Palavra que tem me intrigado, não tenho vivido isso, estou canssado de sonhos capitalistas e estou preferindo bem mais os que são feitos canetas esferográficas e violões na beira de um final de tarde com alguém que eu ame de paixão, isso sim é uma realidade aceitável pra mim. Conviver comigo mesmo tem me deixado louco, quero eu vá embora, e quero que eu vá agora! Por nem um segundo tenho paz, não consigo me deixar mas fazer oque eu me completo. Pensando bem, na frente do espelho fasso outra promessa pra mim mesmo, não esquecerei quem eu sou e nem como dar valor as coisas as quais seus reflexos são simplicidade e não futilidade!



Caique Maciel Arduda

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