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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Fantasmas

Meus olhos negros como a decomposição das cinzas escuras que voaram com o sporeo do ventos me assusta com velhos e dignos fantasmmas no meio da noite, as lembraças lindas e notórias ainda não sairão da minha cabeça e sabe-se lá se depois que eu morrer as mesmas sumirão. Adoro esses velhos fantasmas ao pé do meu ouvido, adoro-os surrurrando que já os amei e adoro minha certeza lapidando meu coração dizendo que meus amores não me amaram. Sorte deles, se se entregam que nem minha pura alma digna da morte, haveriam ficados loucos com tanta insensatez, e ao mesmo fantasmas desejo a igualdade das calamidades cujo a mim aconteceram e quando isso acontecer, a sim, quando isso acontecer eu tocarei a marcha funebre que sai das canções que compus com meu coração e cada fantasma passará perto de mim e me dirá silênciosos olhares que as trevas dentro da minha luz entenderá que todavia meus encantos ao relento não foram em vão e que todos meus sonhos de primaverá não se realizarão já que chegou o outono outra vez e o frio que derruba as folhas das árvores aquece meu coração ao me deixar saber que o verdadeiro fantasma que assombra amores em dias de luas etílicas sou eu. O escritor fantasma amoroso.

Caique Maciel Arruda

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